segunda-feira, 28 de julho de 2014
terça-feira, 16 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Ana
Cabuuuuum!
Um estrondo ouvido de dentro da casa de Ana. Socorro!
E essa foi Ana, assustada, sozinha.
Ana era magra, fraca, sem destino. Nem um menino queria saber de sua beleza, que havia, sim! Só que, dentro dela. Na verdade Ana era Maradaiana, só que odiava seu nome, então, nunca se apresentava com seu nome de registro, só o nome de conhecimento popular de ninguém. É, ninguém, ninguém conhecia Ana, só ela mesma e seu espelho. Ela conversava tanto com ele que às vezes penso que ele responde. Ou será apenas eu enlouquecendo junto com ela? Será que ela está enlouquecendo só porque não tem amigos e conversa com o espelho? Ou será que ela é mais sábia que todos nós? Vive com seus livros, gosta de poesia, escreve como se fosse uma verdadeira escritora, mas ninguém lê, então será que não deve ser nada boa como escritora? Será que tudo que nunca é lido, nem conhecido deve ser ruim? Para que as coisas sejam boas precisa ter aplausos? Eu vejo as coisas assim fora da casa dela, sendo que tudo que havia fora da casa dela desabou. Então, acho que só Ana restará.
Um estrondo ouvido de dentro da casa de Ana. Socorro!
E essa foi Ana, assustada, sozinha.
Ana era magra, fraca, sem destino. Nem um menino queria saber de sua beleza, que havia, sim! Só que, dentro dela. Na verdade Ana era Maradaiana, só que odiava seu nome, então, nunca se apresentava com seu nome de registro, só o nome de conhecimento popular de ninguém. É, ninguém, ninguém conhecia Ana, só ela mesma e seu espelho. Ela conversava tanto com ele que às vezes penso que ele responde. Ou será apenas eu enlouquecendo junto com ela? Será que ela está enlouquecendo só porque não tem amigos e conversa com o espelho? Ou será que ela é mais sábia que todos nós? Vive com seus livros, gosta de poesia, escreve como se fosse uma verdadeira escritora, mas ninguém lê, então será que não deve ser nada boa como escritora? Será que tudo que nunca é lido, nem conhecido deve ser ruim? Para que as coisas sejam boas precisa ter aplausos? Eu vejo as coisas assim fora da casa dela, sendo que tudo que havia fora da casa dela desabou. Então, acho que só Ana restará.
quarta-feira, 10 de abril de 2013

Saindo da mente mais turbulenta, o furacão se alastrou por todo seu corpo, que estremecia. Ela rodopiava com o vento forte em seus cabelos e balançava como quem fosse cair. Depois de um tempo, gotas e mais gotas de chuva saíam de seu olho: era uma tempestade. Quando veio a calmaria, ela caiu ao chão, molhada da chuva, com o corpo cansado de tanto rodopiar e estremecer. Foi aí então, que ela decidiu nunca mais usar sua mente, o chão era o seu lugar, para que a tempestade, jamais pudesse voltar.
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